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Museu do Folclore
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Criado em 1997, a missão do Museu do Folclore é desenvolver ações de salvaguarda, divulgação, formação e informação, que levem à valorização do folclore na região de São José dos Campos, Vale do Paraíba e Litoral Norte, contribuindo para o fortalecimento da identidade cultural e formação da cidadania. Atualmente, o museu é administrado em parceria com o Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP).
Objetivos do Museu Apoiar, estimular e revitalizar ações de grupos portadores de folclore, visando a salvaguarda das manifestações folclóricas regionais; Adquirir, preservar e divulgar um acervo de testemunhos e referências materiais que documentem as festas cívicas e religiosas, a arte, os saberes e fazeres que constituem a cultura popular regional; Estimular a produção e difusão de conhecimento científico, promovendo simpósios, cursos, seminários, encontros e pesquisa de campo; Divulgar as pesquisas realizadas por folcloristas através da edição do Caderno de Folclore e de Exposições.
Informações Horário de Atendimento: terça a sexta-feira, das 9h às 12h e 14h às 17h, sábados e domingos, das 14h às 17h. Endereço: Parque da Cidade Roberto Burle Marx - Av. Olivo Gomes, 100 - Santana - São José dos Campos - SP - CEP: 12.211-115 Tel.: (12) 3924-7318/ 7354. E-mail: museufolclore@fccr.org.br
Ações do Museu Série Cadernos de Folclore Programa de Ação Educativa Dialogando com o Folclore Programa Museu Vivo Exposições
Exposição de Longa Duração A Exposição “Patrimônio Imaterial: Folclore e Identidade Regional” atrai a atenção para o Folclore Regional de São José dos Campos, apresentando uma vivência de cultura, de tradições, de patrimônio e uma vivência de cidadania. Ela procura sensibilizar o visitante sobre as diferenças quanto aos modos de viver, de comunicar fé, festa, técnica, escolhas estéticas, comida, música, dança. A exposição é dividida em sete salas:
Sala São José dos Campos A Sala São José dos Campos é um espaço de acolhimento. Abre o circuito, mostrando um painel com um pouco da história do ciclo do café, das manifestações culturais, principalmente religiosas, do Vale do Paraíba.
Sala das Tecnologias Simbolizar é a grande ação do homem perante a natureza. Assim, interpretar matérias-primas - barro, madeira, fibras ou reciclar papel, plástico e metal - são revelações de conhecimentos tecnológicos acumulados. É a geração dos ofícios, dos trabalhos organizados no campo, na pesca, no desenvolvimento de habilidades, transmitindo e experimentando formas, texturas, cores e principalmente dando uso e função aos objetos, os quais assumem o testemunho da cultura.
Crer, ter fé, expressar e viver a fé enquanto revelação da ancestralidade, do mito, da divindade une o homem aos sentimentos de pertencer a um grupo, a uma sociedade, de ocupar um lugar, de ter um papel cultural na interpretação entre a vida e a morte.
Sala Santos de Fé Um dos grandes temas que fazem o Folclore é a capacidade de representação religiosa. O Vale do Paraíba, lugar socialmente constituído pela mão e pela civilização de povos africanos durante o ciclo do café, permanece celebrando os santos negros. Todos têm seu significado. Todos são tema e função de fé.
Sala de Festas A festa é a culminância da vida, do trabalho, das relações sociais, celebra e comunica à pessoa, sua história, sua tradição, seu desejo de louvar, cultuar, brincar, manifestar pertencimento a uma cultura, a um povo. Divino Espírito Santo e Santos Reis são celebrações marcantes do Vale do Paraíba: é quando os festeiros/ foliões vivem, anualmente, as renovadas formas de festejar, com fé, as uniões entre o sagrado e o cotidiano.
Sala Identidades Ter uma identidade vai muito além do que ter uma carteira, um documento. Ter identidade é ter a cultura que você vive e transmite. É o que marca a sua verdadeira individualidade e a sua diferença.
Sala Brasil A Sala Brasil tem a vocação de receber o visitante ou de finalizar o circuito da exposição. Ela é organizada por uma mostra, que apresenta exemplos da arte popular brasileira, representada por alguns estados. Também são exibidas imagens que apresentam as possibilidades temáticas, procurando introduzir e motivar o visitante a compreender a exposição, que tem como eixo o patrimônio imaterial e identidade regional.
Biblioteca do Museu A Biblioteca Maria Amália Giffoni, especializada em Folclore e Cultura Popular, oferece ao público um acervo documental bibliográfico, uma hemeroteca, além de registros sonoros e audiovisuais atualizados.
Vendinha do Museu A Vendinha do Museu Vivo é onde o visitante pode adquirir objetos que testemunhem sua experiência de visita ao Museu. Ela tem como objetivo ser um espaço de divulgação e comercialização de produtos criados pelos fazedores do saber, que participam do projeto Museu Vivo.
Sala das Panelas A partir de uma instalação cenográfica de uma cozinha regional, com fogão, utensílios e paredes de taipa criou-se o espaço expositivo Panelas do Vale. A comida é cada vez mais valorizada como uma importante referência patrimonial: receitas, ingredientes, maneiras de fazer, até o costume de trocar receitas, tudo isto revela o Folclore, visto como experiência integrada à vida, à história, a sociedade de uma região.
Centro de Estudo da Cultura Popular - CECP O Centro de Estudos da Cultura Popular - CECP é uma entidade cultural não-governamental, criada em 1998. Tem por finalidade o estudo, a pesquisa, a valorização e o estímulo de toda expressão da cultura popular. Seu objetivo é unir pessoas e entidades envolvidas na busca da cidadania.
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