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Conselho Municipal
de Preservação do Patrimônio Histórico, Artístico, Paisagístico e
Cultural do
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Apresentação
São José dos Campos configura-se como um dos vinte municípios mais importantes do país, especialmente no que diz respeito aos aspectos científico e tecnológico. Mas, o crescimento econômico e a especulação imobiliária, aliados à ausência de políticas preservacionistas durante muitos anos, , contribuíram para que grande parte do patrimônio cultural joseense fosse descaracterizado, quando não demolido completamente. Hoje este patrimônio é composto por alguns bens isolados, porém, representativos de sua história urbana, contribuindo para o acesso à memória coletiva e afirmação da identidade cultural do município. A legislação específica de proteção a bens culturais, constitucionalmente, existe no Brasil desde 1937, com a criação do Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN) por iniciativa de alguns intelectuais (entre eles, o escritor Mário de Andrade e o arquiteto Lúcio Costa), voltados para a constituição de uma identidade de caráter nacional. No âmbito estadual, em fins dos anos 60, mais especificamente em 1967, cria-se o CONDEPHAAT - Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo, órgão este ligado à Secretaria de Estado da Cultura, e que passa a ter a incumbência de identificar, valorizar e defender o patrimônio histórico e cultural paulista. A partir da década de 80, os municípios passam a se preocuparem com esta questão. Dentro dessa política de preservação, proteção e conservação do patrimônio municipal insere-se a criação do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Artístico, Paisagístico e Cultural – Comphac, de São José dos Campos, órgão vinculado a Fundação Cultural Cassiano Ricardo - FCCR, responsável pela aplicação da Legislação de Patrimônio do município, desde 1984. Os exemplares arquitetônicos preservados por lei municipal são constituídos por edifícios públicos, edifícios religiosos, hospitalares, ferroviários e culturais. Esses bens, assim como aqueles em processo de preservação são testemunhos relevantes para a história da cidade em seu processo de desenvolvimento urbano e social. O Departamento de Patrimônio Histórico - DPH, possui uma equipe de profissionais especializados, que também prestam assessoria técnica ao Comphac, vem desenvolvendo trabalhos que visam a recuperação, restauração, revitalização e requalificação de vários bens protegidos. A Diretoria de Patrimônio da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, construiu esse site com o intuito de informar e esclarecer a população sobre a política de preservação adotada em São José dos Campos, acreditando que preservar os bens culturais do Município constitui um direito de cidadania e melhoria da qualidade de vida.
Organização Legal e Operacional
Composição
Setorial 19 Conselheiros, representando 16
Entidades : 3 Conselheiros da Diretoria da FCCR
15,8% 2 Conselheiros da PMSJC (poder
executivo)
10,5% 1 Conselheiro da Câmara Municipal
(poder legislativo)
5,3% 13 Conselheiros da Sociedade Civil
Organizada
68,4%
INPE
MITRA DIOCESANA
AEASJC
UNIVAP
ACI
ERPLAN
IEV
UNIP
OAB
IAB
CME
CJA SAPCRBM
Trabalhamos com o trinômio: Identificar, Preservar e Conservar
Objetivos da Preservação
1
- Dar futuro ao passado; 2
- Preservar um bem, dando-lhe uma função ao longo do tempo; 3 - Consolidar, recuperar, restaurar e revitalizar.
Critérios básicos para proteção do Patrimônio Cultural
1
- Salvar tudo que tenha significado cultural, plástico, ambiental e histórico
para a cidade, antes que seja tarde; 2
- Buscar a preservação do que é característico, não o excepcional; 3
- Nem tudo que é antigo é bom (opõe-se ao critério preservacionista
que defendem o tombamento de edificações seculares, só pelo fato de
serem seculares); 4 - Preservar um edifício, viaduto ou uma paisagem, que tenha valor para o patrimônio, não importando que seja história recente, porque em breve, quando o futuro chegar, farão parte do passado.
Estratégias
para Preservação
1
- Valorizar e devolver os bens patrimoniais à fruição do público,
revitalizando-os; 2
- Reconciliar a população com os testemunhos monumentais do passado; 3 – Desenvolver de forma sistemática o Programa de Educação Patrimonial (PEP).
Metodologia de avaliação sistemática dos bens edificados
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