O objetivo do projeto é descentralizar a arte e a cultura, estendendo as atividades da Fundação Cultural aos bairros e distritos, nas diversas regiões de São José dos Campos.
Os espaços culturais são núcleos de atuação da Fundação Cultural nos bairros, equipados para oferecer as diversas modalidades de oficinas e promover atividades culturais, atendendo alunos, público e artistas locais e servindo como local de convivência cultural.
Confira os abaixo os endereços ou clique sobre o nome, para saber mais sobre cada espaço cultural.
- Centro Cultural Clemente Gomes - Av. Olivo Gomes, 100 - Santana (Entrada pelo Parque da Cidade) - (12) 3924-7341.
- Espaço Cultural Julio Jorge Neme - Praça Cônego Antonio Manzi, s/n - São Francisco Xavier - (12) 3926-1123.
- Espaço Cultural Johann Gütlich - Rua Elíseo Galdino Sobrinho, 40 – Jd. Morumbi (Centro Comunitário) (12) 3934-5866.
- Espaço Cultural Flávio Craveiro - Av. Gaudêncio Martins Neto, s/n - D. Pedro - (12) 3966-1136.
- Espaço Cultural Jardim da Granja - Praça Hélio Dias, 30 - Jd. da Granja (Centro Comunitário) - (12) 3942-6366.
- Espaço Cultural Chico Triste - Rua Milton Cruz, s/ n° - Vila Tesouro - (12) 3929-7559.
- Espaço Cultural Cine Santana - Av. Rui Barbosa, 2005 - Santana - (12) 3942-1226.
- Espaço Cultural Rancho do Tropeiro - Rua Ambrósio Molina, 184 - Eugênio de Melo - (12) 3905-1855.
- Espaço Cultural Eugênia da Silva - R. dos Carteiros, 110 – Pq. Novo Horizonte - (12) 3907-8024.
- Espaço Cultural Tim Lopes - Av. Ouro Fino, 2520 - Bosque dos Eucaliptos - (12) 3917-1612.
- Espaço das Artes Helena Calil - Praça Padre João, 34 - Centro - (12) 3921-7206.
- Espaço Mário Covas - Praça Afonso Pena, 29 – Centro – (12) 3921-7587.
Confira as oficinas culturais oferecidas em 2008:
Acordeon:
Ensina as técnicas de execução desse instrumento muito utilizado na cultura popular.
Aquarela:
Artes Plásticas: Trabalha a criatividade e a percepção espacial e sensorial por meio da pintura, utilizando diversas técnicas e materiais.
Artesanato:
Apresenta diversas técnicas de trabalhos manuais: tricô, bordado, crochê, macramê, entre outras.
Ballet:
É desenvolvido nos níveis iniciantes, intermediário e avançado, tendo como finalidade trabalhar o corpo através da dança clássica, desenvolvendo a postura, flexibilidade e coordenação motora.
Boneca de pano:
Trabalha a criação de bonecas a partir de materiais alternativos, desenvolvendo a coordenação motora, a criatividade e o senso lúdico.
Canto coral:
Orienta a prática de canto em pequenos grupos. Parte de um nível básico de aprendizagem, sendo indicada, portanto, para qualquer pessoa interessada.
Capoeira:
A capoeira, arte genuinamente brasileira, é ensinada como forma de reconhecimento e descoberta das raízes afro-brasileiras de nossa cultura. Desenvolve o respeito mútuo, a auto-confiança e a auto-disciplina.
Catira:
Cerâmica: Trabalha a utilização da argila para a criação de formas e objetos, apresentando também técnicas de moldagem e queima da argila.
Construção de brinquedos:
Orienta a construção de brinquedos a partir de materiais alternativos (latas, tampinhas de garrafas, botões, embalagens, etc), fazendo uma releitura dos jogos e brincadeiras tradicionais.
Criação literária:
Orienta a prática da criação através da palavra, estimulando a leitura e desenvolvendo a expressividade oral e escrita.
Dança contemporânea:
Apresenta uma dança livre, criativa e espontânea, que tem como base a conscientização corporal e cujo objetivo é fazer sensibilizar e aflorar a criatividade e a expressão dos participantes.
Dança criativa:
Dança de rua: Estimula a prática da dança a partir do “street dance”, estilo de dança de característica urbana.
Dança de salão:
São ensinados os passos de diversos ritmos de salão, como samba de gafieira, soltinho, bolero, forró, samba no pé, entre outros.
Dança folclórica:
Trabalha o canto e as danças folclóricas brasileiras, como o coco, bumba-meu-boi, maracatu, etc.
Fotografia:
Apresenta os princípios básicos de fotografia. Além da técnica, trabalha a ampliação da sensibilidade, propondo a fotografia como um convite a um olhar diferente sobre o mundo ao redor.
Gravura:
Oferece subsídios para o desenvolvimento das linguagens referentes às técnicas de encavo e relevo, gravura em metal e xilogravura, bem como outros processos de reprodução da imagem.
História em quadrinhos (HQ):
Inicia os participantes nas técnicas básicas deste tipo de desenho, assim como criação de personagens e histórias.
Jazz:
Oficina de dança para os iniciantes no estilo jazz.
Luteria:
Oficina de construção de violas. Inicia o participante no aprendizado da confecção deste que é um dos mais tradicionais instrumentos do Vale do Paraíba.
Modelagem:
Utiliza a manipulação de argila como recurso de criação, estimulando a sensibilidade e a noção espacial.
Mosaico:
Ensina aos participantes as técnicas de montagem de mosaico utilizando pedaços (cacos) de azulejos, pastilhas, ladrilhos, etc.
Musicalização infantil:
Apresenta o universo musical para a criança, com métodos como “Orff” e “Willems”, além de jogos e brincadeira que abordam e definem conceitos musicais, células rítmicas e percepção musical.
Papel artesanal:
Técnica de confecção de papel a partir da reciclagem de materiais diversos: jornais velhos, tecidos, papelão, etc.
Percussão:
Prática de música instrumental de percussão em diversos estilos e ritmos.
Pintura:
Oficina que apresenta um panorama de técnicas pictóricas: guache, aquarela, têmperas, óleo, entre outras, contextualizadas historicamente do renascimento italiano aos nossos dias.
Pintura em tecido:
Oficina que orienta a criação de trabalhos decorativos, como panos de prato, toalhas, etc.
Pintura naïf:
Ensina as técnicas deste tipo de pintura - conhecida também como “primitivista” - que figura os elementos da cultura popular e regional, repleta de coloridos.
Teatro (adulto e infantil):
Oficina que desenvolve a expressividade, criatividade, espontaneidade e capacidade de trabalho em grupo.
Tecelagem de mesa:
Trabalha as técnicas de fiação e confecção de tramas, utilizando teares manuais.
Teclado:
Orienta o aprendizado do instrumento.
Teoria musical:
Oficina de iniciação à leitura de partituras e ao conhecimento da música.
Viola caipira:
Ensina o aluno a tocar o instrumento, reunindo grupos que mantém viva a tradição regional da música caipira “raiz”.
Violão iniciante:
Inicia na leitura de partituras e tablaturas, com execução de pequenas peças musicais.
Violão sertanejo:
Reúne grupos para o aprendizado e a prática de musica regional e sertaneja.
Instrutores de oficinas
Para cumprir a grande demanda de oficinas culturais existente, a Fundação Cultural contrata instrutores especializados nas mais diversas áreas artísticas, por meio de um sistema chamado credenciamento.
O credenciamento de instrutores funciona como um “banco de profissionais”, onde são atribuídos pontos a cada monitor participante, que variam conforme a formação e experiência comprovadas, entre outros requisitos.
Para saber mais sobre como ser um instrutor da Fundação Cultural, clique aqui e acesse o edital completo.
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